Brasília

Acordo define monitoramento de animais silvestres no DF

26 de fevereiro de 2024

Brasília Ambiental consolida parceria para acompanhamento e coleta sobre saúde de espécies das unidades de conservação

Agência Brasília* | Edição: Débora Cronemberger

O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) acaba de firmar acordo de cooperação técnica com a Organização Não Governamental (ONG) Associação para a Conservação da Biodiversidade Jaguaracambé, para o intercâmbio científico, didático, educacional e cultural relativos a projetos de pesquisa de monitoramento, diagnóstico, prognóstico, manejo e avaliação sanitária de animais silvestres e espécies exóticas no Distrito Federal e Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride).

Acordo de cooperação visa o monitoramento e a avaliação do estado geral de saúde de animais silvestres presentes nas unidades de conservação do DF, como a raposinha | Foto: Rogério de Castro/Brasília Ambiental

trato, publicado no Diário Oficial do DF (DODF) de sexta-feira (23), tem vigência de três anos e vai auxiliar o projeto de monitoramento de médios e grandes mamíferos silvestres do instituto, no qual os profissionais irão a campo coletar, processar os dados e avaliar as condições dos animais por meio da realização da coleta de sangue e, assim, averiguar o estado geral de saúde deles, sobretudo de canídeos, como a raposinha e o lobo-guará.

Segundo a Gerência de Fauna Silvestre (Gefau), os médios e grandes mamíferos são espécies bioindicadoras, que revelam se um determinado ambiente está preservado. Por meio desses estudos, o Brasília Ambiental poderá ter acesso a informações sobre os animais que serão capturados, bem como a um panorama do estado tanto de saúde quanto das variedades que ocupam as áreas naturais protegidas do DF.

Conforme a parceria, o trabalho de contínuo monitoramento permitirá também avaliar e propor estratégias na proteção das espécies e, consequentemente, do meio ambiente. Toda a ação será realizada sem custos, com o apoio do Brasília Ambiental, nos deslocamentos para as unidades de conservação e na experiência e técnica com o projeto.

*Com informações do Brasília Ambiental