CAATINGA

ANDRÉ PESSOA E TÂNIA MARTINS: PARCERIA PELA CAATINGA

1 de julho de 2026

Os jornalistas André Pessoa e Tânia Martins se confundem com a proteção da Serra das Confusões: uma história de dedicação ao meio ambiente e à Caatinga

Silvestre Gorgulho

Praticar o bom jornalismo é uma arte cidadã. É um trabalho sério e honesto a iluminar as tocas onde se escondem os mentirosos e os farsantes. Tânia Martins e André Pessoa fazem da profissão um fio que liga as pessoas ao mundo e o mundo às pessoas. O trabalho jornalístico de Tânia e André registra os fatos, longe da arte da ficção. E tira das escuras tocas dos crimes os grileiros e poderosos que se acovardam atrás das influências do poder econômico e político.

 

Há uma forte e histórica relação entre os jornalistas André Pessoa e Tânia Martins com toda região do Parque Nacional Serra da Capivara, Serra das Confusões e Serra Vermelha que vai muito além da fotografia ou do jornalismo. Ao longo de mais de três décadas, ambos percorreram o semiárido nordestino documentando paisagens, espécies da fauna e da flora, sítios arqueológicos e a riqueza cultural da Caatinga, mas sobretudo o drama da convivência do homem com a seca. André Pessoa e Tânia Martins correm até risco de vida para defender e divulgar a região. André construiu um dos mais importantes acervos de imagens desse bioma e Tânia acompanhou e buscou, por suas reportagens, um caminho na justiça e na gestão socioambiental para denunciar e preservar um patrimônio natural brasileiro.

Foi por meio das lentes, reportagens e livros de André Pessoa que muitas pessoas conheceram pela primeira vez a grandiosidade da Serra das Confusões. Suas fotografias ajudaram a mostrar ao País a importância ambiental, histórica e científica da região, contribuindo para o reconhecimento da necessidade de proteger esse patrimônio natural único. A história da Serra das Confusões também foi escrita através das lentes de André Pessoa, um dos maiores divulgadores e guardiões da memória da Caatinga brasileira.

O trabalho de Pessoa teve papel relevante no tombamento como reserva federal, na divulgação e valorização da área que hoje abriga o Parque Nacional Serra das Confusões, uma das maiores e mais importantes unidades de conservação do Brasil. Seus registros documentaram paisagens ainda pouco conhecidas, formações rochosas impressionantes, pinturas rupestres milenares e a extraordinária biodiversidade da Caatinga, fortalecendo iniciativas de preservação ambiental.

TÂNIA MARTINS E ANDRÉ PESSOA – A história da Serra das Confusões, da Serra Vermelha e do Parque Nacional Serra da Capivara foi escrita através das lentes de André Pessoa e Tânia Martins. André é um dos maiores divulgadores e guardiões da memória da Caatinga brasileira e a jornalista Tânia Martins fez e faz história na defesa dos biomas brasileiros. Atualmente, Tânia Martins é a coordenadora da Rede de ONGs da Mata Atlântica e da Rede Ambiental do Piauí.

 

Além da fotografia, André levou a Serra das Confusões para revistas, jornais, documentários e produções audiovisuais exibidas no Brasil e no exterior. Seu trabalho contribuiu para que a região ganhasse visibilidade internacional, atraindo pesquisadores, ambientalistas, turistas e amantes da natureza.
Mais do que um documentarista, André Pessoa tornou-se um dos maiores defensores da Caatinga e um importante aliado da conservação da Serra das Confusões. Sua trajetória está profundamente ligada à história do parque, ajudando a transformar uma região pouco conhecida em um símbolo da riqueza natural e cultural do Piauí.
Amigo pessoal da Niède Guidon, André Pessoa teve papel relevante na divulgação e valorização da área que hoje abriga o Parque Nacional Serra da Capivara e da Serra das Confusões, uma das maiores e mais importantes unidades de conservação do Brasil. Seus registros documentaram paisagens ainda pouco conhecidas, formações rochosas impressionantes, pinturas rupestres milenares e a extraordinária biodiversidade da Caatinga, fortalecendo iniciativas de preservação ambiental.
Além da fotografia, André levou a Serra das Confusões para revistas, jornais, documentários e produções audiovisuais exibidas no Brasil e no exterior. Seu trabalho contribuiu para que a região ganhasse visibilidade internacional, atraindo pesquisadores, ambientalistas, turistas e amantes da natureza.
Mais do que um documentarista, André Pessoa tornou-se um dos maiores defensores da Caatinga e um importante aliado da conservação da Serra das Confusões. Sua trajetória está profundamente ligada à história do parque, ajudando a transformar uma região pouco conhecida em um símbolo da riqueza natural e cultural do Piauí.

TÂNIA MARTINS: GIGANTE E GUERREIRA

DA BOA INFORMAÇÃO

Tânia Martins é exemplo. Com jornalismo de excelência, Tânia busca a verdade com rigor, informa com responsabilidade e serve ao interesse público acima de interesses pessoais, políticos e financeiros.

Teresinense irrequieta, a jornalista Tânia Martins sempre teve o olhar voltado para as questões sociais e ambientais da população nordestina. Como repórter, percorreu ao lado de André Pessoa cada recanto do estado do Piauí em busca de matérias que mostraram ao Brasil e ao próprio povo do Piauí a riqueza da sua terra. Aliás, não só a riqueza, mas também as mazelas enfrentadas pela população para sobreviver aos rigores das secas e as ações contra o meio ambiente.
Tânia Martins fez e faz história na defesa dos biomas brasileiros. Atualmente ela ocupa o cargo de coordenadora da Rede de ONGs da Mata Atlântica e da Rede Ambiental do Piauí, reconhecida nacionalmente como uma das mais ferrenhas defensora das populações tradicionais e do meio ambiente saudável.
Tânia Martins desafiou poderosos quando muitos se acovardaram pela influência, poder econômico e agressividade dos seus detratores. Pequena no tamanho, e gigante na luta socioambiental, certamente Tânia Martins ocupa um papel relevante na sociedade piauiense com reflexos em toda à sociedade brasileira.
Formada pela Universidade Federal do Piauí, num tempo quando o jornalismo era tratado como ligado aos interesses econômicos e políticos, desde o começo da sua carreira foi e é uma repórter séria, incorruptível e fiel aos fatos. E, por isso mesmo, alvo de tantas perseguições. Seu trabalho e sua história no jornalismo piauiense e nacional merecem respeito e, com certeza, sua dedicação e fidelidade merecem aplausos da sociedade brasileira.